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Fetape participa de formação de agentes do novo Pronacampo em Pernambuco

Entre os dias 23 e 25 de março, o município de Gravatá sediou a oficina de formação dos Agentes de Governança Territorial do Novo Pronacampo (Política Nacional de Educação do Campo, das Águas e das Florestas). A atividade reuniu representantes de diversas instituições e marcou mais um passo na implementação da política no estado.

Em Pernambuco, o programa conta com 35 agentes distribuídos em 12 territórios, que terão a responsabilidade de acompanhar e fortalecer as ações de educação do campo nos municípios que aderiram à iniciativa. Parte desses agentes vem diretamente das bases sindicais: 10 deles são lideranças ligadas aos Sindicatos de Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (STRs), selecionadas em processo iniciado no final de 2025.

A formação foi promovida pela Secretaria de Educação de Pernambuco, por meio da Gerência de Políticas Educacionais do Campo (GEPEC), em parceria com o Comitê Pernambucano de Educação do Campo. Além dos agentes, participaram representantes das Gerências Regionais de Ensino (GREs), universidades, Institutos Federais e integrantes do comitê estadual.

A Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares esteve presente na atividade, reforçando seu papel histórico na defesa da educação do campo como direito. Para o vice-presidente da entidade, Adelson Freitas, a retomada do programa representa um avanço significativo.

Segundo ele, políticas como o Pronacampo ganham efetividade no atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao chegarem aos territórios e impactarem diretamente a qualidade da educação oferecida às populações do campo, das águas e das florestas. “O Novo Pronacampo é uma das políticas mais importantes dos últimos anos e tem potencial para transformar a realidade da educação nos territórios rurais, especialmente com a atuação dos agentes de governança”, destacou.

A expectativa é que a atuação desses profissionais contribua para o fortalecimento das políticas educacionais nos territórios, ampliando o acesso, a permanência e a qualidade da educação para as populações rurais.

Educação do Campo, Direito Nosso, Dever do Estado e Compromisso da Comunidade!

Fonte: Antenor Lima

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